Política

Articulação política pela Polícia Penal: aliança histórica com o Major Vitor Hugo

O presidente Adalto Nunes esteve reunido com o Major Vitor Hugo e o prefeito Sandro Mabel para tratar da estrutura institucional da categoria, da sede própria de apoio aos servidores e da continuidade das pautas da Polícia Penal goiana.

Atuação registrada no primeiro trimestre de 2026 · presidência classista

O presidente Adalto Nunes, em sua atuação permanente em defesa dos Policiais Penais do Estado de Goiás, esteve reunido com o Major Vitor Hugo e com o prefeito Sandro Mabel em encontro institucional voltado à estrutura de apoio da categoria e à continuidade das pautas funcionais e estruturantes da Polícia Penal goiana.

Trajetória do Major Vitor Hugo em defesa da categoria

A reunião renova uma aliança política consolidada em conquistas históricas para a Polícia Penal:

  • PEC da Polícia Penal Federal: quando líder do Governo Federal, Vitor Hugo articulou a aprovação da emenda que reconheceu constitucionalmente a categoria.
  • PEC Estadual em Goiás: conduziu a aprovação da norma estadual que transformou os cargos de agentes prisionais em Policiais Penais.
  • Comando da Polícia Penal: em proposta histórica, defendeu junto ao Governador que o comando da PP fosse exclusivo de policial penal de carreira — tese que prevaleceu.
  • Investimento em armamento: destinou R$ 1 milhão à aquisição de pistolas para a tropa.

O que foi tratado na reunião

  • Sede própria de apoio: articulação para doação de imóvel pelo município, ampliando a estrutura de atendimento e hotel de passagem para servidores em deslocamento à capital.
  • Continuidade das pautas estruturantes: lei específica da carreira, valorização salarial e condições de trabalho.
  • Apoio institucional permanente: compromisso de manter o canal aberto com o Legislativo Federal e Estadual.

Significado da articulação

A reunião confirma que as conquistas constitucionais da Polícia Penal não foram fruto de acaso, mas de uma rede de aliados políticos e institucionais que continua ativa. A presidência classista exercida por Adalto Nunes mantém esse diálogo permanente, convertendo articulação em estrutura, segurança e direitos para os servidores.

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